UNIDADE EM LUZ
Apresentado dia 30/06/2012 no centro cultural
da Casa Pia de Lisboa, em Belém
Novo sistema político sem partidos, em que
a legislação é emanada por toda a população,
por sistema de decisão multi-critério.
Este sistema possui génese espiritual, e
faz a integração da diversidade cultural,
servindo-se da tecnológica e da ciência.
A estratégia de implantação é iniciada em
Portugal, em conjunto com vários Países.
Visão: Um novo Mundo é possível, de paz, abundância,
saúde e alegria.
Missão: Construção desse Mundo Novo:
Criando e implementando um novo sistema político
que o permita concretizar.
Facilitação de novas sociedades de indivíduos
com, consciência da unidade, de abrangência
cósmica, atenta, e com a intenção de implementar
esse Mundo.
Implementação de estratégia conjunta a um
grupo de países, com a sinergia necessária
para que possa vingar.
Valores: Em todos os locais e em todos os
momentos:
Ética alicerçada no Amor Universal, cumprida
com integridade.
Consciência unificada
Da prática permanente do Amor Universal de
uma consciência unificada, nos indivíduos
de uma sociedade, decorrem para o colectivo,
os estados de: Sabedoria, Ciência, Conselho,
Caridade, Compaixão, Amor, Fortaleza, Entendimento
e Segurança.
Objectivos: Assegurar que todos os indivíduos possam
dispor de:
- Alimentação
- Vestuário
- Habitação individual, familiar, ou comunidade.
- Assistência para a saúde, e na doença.
- Cultura
- Educação espiritual integral
- Instrução de acordo com as características
inatas, vocações, e bem colectivo
- Educação holística para a saúde, alegria,
procriação e prosperidade
- Acessibilidade à vida com dignidade, na sequência
do seu trabalho
- Segurança e felicidade
Princípios organizacionais: Regime democrático sem partidos, em que
todos os indivíduos, contribuem para as decisões
do Colectivo, consoante a respectiva aptidão
em cada uma das áreas sectoriais de actividade.
Isto é, cria-se um sistema em que se maximiza
a intervenção nas decisões de cada indivíduo,
de acordo com as suas competências para decidir.
Deste modo, acabam todas as decisões, onde
existe na população, manipulação, sedução
ou prepotência.
Todos os indivíduos contribuem para as deliberações,
de acordo, e por inerência, das funções que
desempenham e respectivas competências.
As votações são feitas sobre questões para
resolução de problemas, e não em pessoas
que decidirão no futuro, sobre as mesmas.
Todos os indivíduos, quer trabalhem para
organismos públicos, quer trabalhem para
organizações privadas, ou por conta própria,
contribuem continuamente com o seu saber
e decidem tudo o que interessa ao colectivo.
Pretende-se autonomia da liderança colectiva,
com estabilidade e sabedoria, pelo que em
cada uma das áreas sectoriais de actividade,
os indivíduos decidem de acordo com a sua
competência no exercício de funções que desempenham.
A progressão na carreira ou actividade, quer
seja de trabalhador independente ou estruturas
colectivas, será continua e justa, de modo
a haver respeito pela sabedoria, e aptidão
de cada ser. A competência no exercício de
funções, será avaliada continuamente, sendo
a experiência aliada à sabedoria demonstrada,
factores determinantes na avaliação do mérito.
As áreas sectoriais, comunicam entre si,
sendo tão importante trabalhar em cada uma
delas como nas respectivas fronteiras. Por
exemplo, o ensino comunica com os diversos
sectores de actividade, de modo a assegurar
que aquele seja profícuo, e os recursos afectos
optimizados. Criam-se pois, estruturas em
rede, para se obter um resultado harmonioso,
contínuo e holístico.
Princípios básicos: Unidade e Autonomia. Estes princípios têm
como consequência, a Integração de todos
os poderes, com descentralização, delegação,
competência, estabilidade com evolução continua,
economia de recursos, cooperação, intercomunicabilidade
horizontal e vertical, distribuição do trabalho
por todos e transparência.
As decisões, são tomadas por metodologia
multi-critério, em que são construídas funções
de valor pelos especialistas em cada um dos
sectores de actividade, procedendo-se sempre
à maximização da felicidade integral dos
indivíduos e não do lucro. Todos os indivíduos
pertencentes a uma área sectorial de actividade,
contribuem para a respectiva decisão.
As reuniões de trabalho e deliberativas,
com os representantes de cada uma das áreas
sectoriais de actividade, e de cada um dos
níveis, são por vídeo-conferência.
A Organização do sistema é matricial, e faz-se
por sectores de actividade e por níveis horizontais
de unidades geográficas. (Os níveis horizontais
têm como função verificar a experimentação
da unidade, entre todas as áreas sectoriais,
zelando pelas situações de fronteiras entre
aquelas)
Exemplo: A afectação de recursos (comum a
todos) à área sectorial da justiça, é tomada
pelos representantes em cada uma das respectivas
especialidades, em cada um dos seus níveis,
e de todas as outras áreas sectoriais e níveis.
De facto, o dinheiro ali a investir, é de
todos e para todos.
As áreas sectoriais de especialização das
actividades principais são:
- Valorização, armazenamento, guarda, disponibilização
da energia monetária (dinheiro e ouro) e
tributação (Finanças e Fiscalidade);
- Orçamentação/distribuição da energia monetária
colectiva, pelas várias actividades públicas
e regulação do financiamento a actividades
privadas (Orçamento de Estado e actividade
bancária);
- Incremento, facilitação e regulação da Actividade
Económica, de empresas, cooperativa e individual;
- Justiça, reabilitação de condenados, defesa
nacional, segurança interna;
- Arte , Cultura e Desporto;
- Ensino básico, secundário, técnico - profissional,
educação holística para a saúde, alegria,
procriação, prosperidade, e formação espiritual
integrada;
- Organizações profissionais (inclui desempregados);
- Ensino superior, Investigação científica
e tecnológica, e empreendorismo. Organizações
profissionais (inclui desempregados);
- Emprego, segurança social, solidariedade
social;
- Cooperação, intercâmbios e negociações internacionais,
em qualquer área, emigração e imigração;
- Ordenamento território, Obras Publicas, transporte,
comunicações terrestres e ambiente;
- Gestão ambiental e económica do Mar, e Espaço
aéreo;
- Agricultura, florestas, desenvolvimento rural,
águas territoriais e ambiente;
- Saúde convencional e terapias holísticas.
Estrutura de utentes: Os níveis horizontais de áreas geográficas
de actuação são o Nacional, Regional, Intermunicipal
e Municipal/Freguesia.
Estratégia de Implementação: A estratégia é comum a um conjunto de Países,
pois sem sinergia internacional sustentada,
não é possível, implementar o sistema. É
necessária uma sinergia holística, que se
imponha em relação às sinergias existentes
actualmente.
Em Portugal: Uma eleição, para Presidência da Republica,
sendo esta coadjuvada de um conjunto de 12
homens “sábios” (Homens com elevada competência
técnica e cientifica e respectiva aplicação
prática, com vivência da UNIDADE ESPIRITUAL,
com tudo o que existe.) Alteração constitucional
com alteração de regime, dissolução da Assembleia
da República.
Implementação do sistema num País e num grupo
de Países: Espanha, Grécia, Itália (outros do Mediterrâneo),
norte de África, até incluir o Irão, a América
do Sul. Restantes Países Lusófonos. (Países
de forte cultura religiosa, unidos com a
Consciência Unificada alicerçada numa ética
de Amor Universal – Estratégia conjunta de
Países Cristãos e Islâmicos, integrando todos
os seres que comungam dos mesmos valores
e os que abraçam o Budismo e Hinduísmo etc.)
Maria Lourdes Alvarez